terça-feira, 21 de novembro de 2017

Dia da Consciência Negra









História do Dia Nacional da Consciência Negra


Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.

A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também uma forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo.

Importância da Data

A criação desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país. É um dia que devemos comemorar nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira. 

A abolição da escravatura, de forma oficial, só veio em 1888. Porém, os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as injustiças advindas da escravidão. 

Vale dizer também que sempre ocorreu uma valorização dos personagens históricos de cor branca. Como se a história do Brasil tivesse sido construída somente pelos europeus e seus descendentes. Imperadores, navegadores, bandeirantes, líderes militares entre outros foram sempre considerados heróis nacionais. Agora temos a valorização de um líder negro em nossa história e, esperamos, que em breve outros personagens históricos de origem africana sejam valorizados por nosso povo e por nossa história. Passos importantes estão sendo tomados neste sentido, pois nas escolas brasileiras já é obrigatória a inclusão de disciplinas e conteúdos que visam estudar a história da África e a cultura afro-brasileira. https://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/dia_consciencia_negra.htm



Nossa Escola sempre trabalhou a temática em sala de aula. Destacamos hoje os trabalhos coordenados pela professora Cleuza Fontela, evidenciando os dons artísticos e expressões através do desenho. 














ESTUDANTE DE ESCOLA PÚBLICA SE DESTACA NO ESTADO EM PRODUÇÃO LITERÁRIA!

Angelica dos Santos Severo orgulha a 35ª Coordenadoria de Educação de São Borja, a E.E.E.Medio Apparicio Silva Rillo e o nosso Município. Representando o Rio Grande do Sul. Com sua produção textual conquistou o 1º Lugar no Estado em concurso Literário.  
Nossa Escola mais uma vez está comemorando. A aluna Angelica dos Santos Severo, estudante deste estabelecimento desde a 5ª série do Ensino Fundamental e atualmente concluindo o Ensino Médio; conquista o 1º Lugar no Concurso Moacyr Scliar 80 anos: o mestre das palavras. – 

Angelica foi homenageada na Feira do Livro em Porto Alegre e recebeu como premiação um Leitor Digital.
Também foi homenageada a Professora Daniela Feldberg, orientadora do projeto e desenvolvimento da atividade em sala de aula.
 Na 35ª CRE.  foi emocionante as homenagens prestada pela Coordenadora de Educação,  professora Tânia Carpes e orientadora do projeto pela 35ª CRE, professora Terezinha Schiaffino.  Confira as imagens desse momento.

Coordenadora de Educação profª.Tânia Carpes, profª  Terezinha Schiaffino , Diretora da Escola Profª Sandra Fagundes Franco, Professora Daniela Feldeberg, e a Aluna Angelica Severo.

       Coordenadora Tânia e Angelica
     Coordenadora e Daniela
     Coordenadora e Sandra
        Assinando a ata de presença  - Angelica Severo
         Daniela Feldeberg
              Assinando a ata de presença no dia da homenagem na 35ª CRE - Sandra Fagundes Franco

Segue abaixo a relação dos alunos premiados no Concurso Moacyr Scliar 80 anos: o mestre das palavras.
CRE ALUNO ESCOLA PROFESSOR
1º lugar /35ª Angelica dos Santos Severo E.E.E.M. Apparicio Silva Rillo – São Borja-RS Daniela Feldberg
2º lugar/15ª Héllen Carolina Lange Kohls E.E.E.M. Professora Helvética Rotta Magnabosco – Estrela-RS Luciqane Andréia Perin Kania
3º lugar/20ª Andressa Zanatta Martins E.E.E.M.Lucila Nogueira – Erechim -RS Gabriela Cornelli dos Santos
Os alunos classificados compareceram em Porto Alegre no dia 13/11/2017 às 10h, no memorial do Rio Grande do Sul, Rua 7 de Setembro,1020 Praça da Alfândega, onde receberam a premiação.

                        Homenagens no Palácio do Governo do Rio Grande do Sul


Confira o texto produzido pela aluna.

No mundo dos livros

Vem à livraria nas horas de maior movimento, mas isso, já se sabe, é de propósito: facilita-lhe o trabalho.
Logo cedo, abro minha livraria e lá está vindo aquele jovem menino, aproximadamente, dezesseis anos, humilde, roupas velhas. Com um lindo sorriso no rosto, venderá lanches para ajudar a sua família.
Penso que, aquele sorriso, não era apenas por que lhe ajudaria comprando-lhe um lanche, mas por ter o prazer de poder ler vários contos, histórias de ficção, literatura clássica... Assim, ampliando seus conhecimentos.
O que mais me impressionava nele, é que sua conduta era inexplicável: a cada conto lido por ele, era compartilhado com seus amigos. Seu desejo era que esses tivessem a oportunidade que ele tinha, de viajar no seu mundo, onde tudo é possível. E aquele jovem nunca mais aparecera, talvez fora para outra cidade. Só eu sabia a falta que ele fazia.
Alguns anos se passaram, pensei “que tal fazer uma boa ação?”. Resolvi promover um evento diferente em minha livraria. Decidi abri-la ao público, às pessoas mais carentes, que queriam, mas não tinham condições de comprar um livro. Aquele dia para mim foi o melhor de todos! Não recebi nenhum dinheiro em troca, mas aqueles sorrisos, aqueles olhos encantados ao ler um livro...
Não sabia explicar minha emoção, quando avisto um homem, aparentemente, 23 anos, bem vestido e simpático. Aproxima-se e pergunta: “Lembra-se de mim?”. Fiquei meio surpreso, pedi desculpa pela falta de memória. Então, ele revela que era aquele garoto que vendia lanches e lia os livros.
Naquele momento, meus olhos lacrimejaram. Pensei em como era possível aquele menino tão pobre, tornar-se empresário. Ele me contou que um empreendedor muito rico estava a procura de um jovem para trabalhar em sua empresa, mas para isso, deveria fazer uma prova de conhecimentos gerais. Pronto! Passou em primeiro lugar, graças às leituras furtadas. Para mim, foi só uma gentileza, mas para ele, o começo de um sonho.

Angelica dos Santos Severo
3º ano Ensino Médio
Escola Estadual de Ensino Médio Apparicio Silva Rillo

quinta-feira, 18 de maio de 2017

"Invisibilidade: O Resgate das Profissões/Trabalhadores nas Estâncias Antigas. - Museu Ergológico da Estância

Nossa Escola se fez representada por alguns professores e alunos no Evento Organizado pela Universidade do Pampa - UNIPAMPA, campus São Borja sob coordenação de professores e  alunos da disciplina de Eventos. A programação se desenvolve no Museu Ergológico de Estância – "Angüeras" por toda esta semana.

O objetivo central do Evento consiste em mostrar o dia a dia de algumas pessoas que trabalhavam em atividades antigas como: ferreiros, carpinteiros, parteiras, cuteleiros, alambradores, esquiladores, guasqueiros, costureiras... Confira as imagens e textos que fazem parte da exposição.


Buscando representar o cerne ancestral e cultural pegamos uma carona nos textos da jornalista Adriana Duval e imagens do também jornalista,  Miro Bacin para mostrar, sob nossa visão, a Exposição que destaca como eram as profissões   nas estâncias antigas.


A exposição nos transporta ao longo da história, o tempo em que o gaúcho fazia transportes à carretas puxadas por bois e a cavalos. Construíam seus utensílios de trabalhos, ...cordas, facas, lanças... e seus filhos chegavam ao mundo através de parteiras e ao longo da vida até morriam sem conhecer médicos. Onde o edredom de hoje era tecido no Tear fio a fio originado da lã de ovelha esquilado à martelo. Assim viviam e a ferro e fogo fizeram armas e desafiaram o tempo.
A exposição evidencia esses valores, bem como os profissionais que contribuíram na evolução cultural e tecnológica, hoje, existente.


A  PARTEIRA



"Dona Alzirinha" parteira e benzedeira, de São Borja, conforme o texto de Adriana Duval, um ícone de representatividade cultural.
   O   CARPINTEIRO




















O CUTELEIRO

Mario Fraga - Conhecido Internacionalmente pela arte da Cutelaria. https://www.facebook.com/mario.fraga.71?fref=hovercard




O FERREIRO

O GUASQUEIRO

A PASSADEIRA

AS COSTUREIRAS

OS TROPEIROS



ALAMBRADORES


REPRESENTANDO OS ESQUILADORES  (TOSA À MARTELO)
Importante profissional na arte da esquila à Martelo



OUTRAS IMAGENS ILUSTRAM O EVENTO
 Professora Magda Bicca, representado Os ANGÜERAS e o Museu Egológico da Estância 

O evento encerrou as atividades do dia com delicioso CAFÉ CAMPEIRO elogiado pelas gostosuras,  broas de polvilho, pão sovado, bolinhos e roscas fritas; servidos pelos alunos da UNIPAMPA e demais organizadores a todos os presentes que puderam também apreciar a música típica do local.

A seguir algumas Imagens capturadas pelo professor Alvino Gomes Felicio




PARA ILUSTRAR O TRABALHO MOSTRADO 

Uma contribuição para pesquisas:

Para quem pensa que o gaúcho usa bombacha desde que começou andar pelo Sul do continente está muito enganado. Vários povos do mundo utilizam bombacha. Descubra onde surgiu e quem trouxe a bombacha para o Rio Grande do Sul. Observe o Vídeo, http://linhacampeira.com/


Fátima Rozana Nascimento da Silva
Professora - E.E.E.Médio Apparicio Silva Rillo
Maio/2017

A Escola e o mês de MARÇO!

 O mês de Março é festivo. Todos os anos a movimentação se dá em função do Aniversário da Escola. Este ano não foi diferente.  A escola est...